Hoje em dia, os cientistas se valem da tecnologia para estudar o reino animal.

É por isso que, por exemplo, através de localizadores de GPS, eles têm conseguido saber ainda mais sobre a migrações das aves.

Tal é o caso da cegonha Kajtka. Esta ave, cuja espécie está incluída na triste lista de perigo de extinção, faz parte de uma equipe de pesquisa.

Em Abril de 2017, a ONG polonesa “Grupa EkoLogiczna” colocou em Kajtka um GPS para estudar seus hábitos, durante a migração.

O dispositivo foi colocado nas costas. Permitiu conhecer os lugares, em que a cegonha foi alimentada e conhecer detalhadamente sua rota para a África.

Então, eles dispensaram Kajtka no inverno polonês, pensando que a receberiam na próxima primavera.

Mas, isso não aconteceu. Em vez disso, eles receberam uma fatura de mais de 2.000 euros.

De acordo com os últimos registros, Kajtka havia realizado o retorno em Fevereiro de 2018. Dez dias depois, ela já estava no vale do Nilo Azul, no Sudão.

A partir desse momento, a ave começou a se mover em direções diferentes até 26 de abril. “Naquele dia recebemos o último sinal”, explica Grupa EkoLogiczna.

A ONG não sabia o que havia acontecido até 7 de Junho, quando recebeu uma conta telefônica de cerca de 2.300 euros.

O dispositivo com sinal de GPS que a cegonha carregava tinha um cartão SIM no interior. Foi, quando todas as pontas soltas foram amarradas:

“Alguém tirou o cartão SIM do transmissor, colocou em um celular e usou …”, disse a ONG ao jornal El País.

Para fazer chamadas num total de 20 horas, aproximadamente! Certamente, eles vão localizar a pessoa responsável, os cartões SIM, talvez possam ser rastreados, ou talvez a cegonha queria falar um pouco, durante a sua estadia… e enviou as despesas de viagem.

Quem sabe!

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